A CLASSE HOSPITALAR E SEUS BENEFÍCIOS

Cristina Bressaglia Lucon, Bruna Fernandes, Maria Caroline Lobo Moscão

Resumo


O objetivo do presente artigo é demonstrar, por meio de uma pesquisa bibliográfica, os benefícios que a classe hospitalar pode proporcionar para crianças hospitalizadas, uma vez que, este espaço não formal de ensino procura garantir continuidade aos seus estudos escolares; além de apresentar como nosso município está contribuindo para que este direito seja concedido, por meio da existência de uma brinquedoteca hospitalar no setor de pediatria do Hospital Municipal de Itapira-SP. Os resultados mostram que a classe hospitalar além de contribuir para a continuidade dos estudos escolares, ela ajuda a melhorar a saúde e a minimizar o estresse do tratamento. Conclui-se que a escola no hospital, é capaz de garantir a igualdade e um tratamento com dignidade, respeito e amor ao próximo, em que as limitações físicas não impeçam que crianças doentes, sejam cidadãos críticos e pensantes, tendo participação em nossa sociedade pela educação, em todos os ambientes possíveis.

Texto completo:

PDF

Referências


BARROS, A. A prática pedagógica em uma enfermaria pediátrica: contribuições da classe hospitalar à inclusão deste alunado. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 6, n. 12, p. 84-93, set./ dez. 1999.

BRASIL. LEI Nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998. A regulamentação do trabalho voluntário no Brasil. Disponível em . Acesso em: dez,2017.

BRASIL. Lei n. 11.104, de 21 de março de 2005. Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n 55, seção1, p.1, 22 de março de 2005.

_______. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB n° 2, de 11 de setembro de 2001. Diário Oficial da União, Brasília, DF: Imprensa Oficial, 177, seção 1-E, de 14 de setembro de 2001. p. 39-40, 2001.

_______. Política Nacional de Educação Especial, livro 1. Brasília, DF, 1994a. Disponível em . Acesso em: 13 maio 2018.

_______. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Resolução nº 41, de 13 de outubro de 1995. Declaração dos Direitos da Criança e do Adolescente Hospitalizados. Diário Oficial da União, Brasília, DF: Imprensa Oficial, 199, de 17 de outubro de 1995, p. 16.319-16.320, 1995.

CUNHA, N. Brinquedoteca: Um mergulho no brincar. 3ª ed. São Paulo: Vitor, 2001.

LUCON, Cristina Bressaglia. Representações docentes: o olhar para o aluno com mucopolissacaridose tipo VI do município de Monte Santo-BA. 2015. 285f. (Tese) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, 2015.

______ Cristina Bressaglia. Representações sociais de adolescentes em tratamento do câncer sobre a prática pedagógica do professor de classe hospitalar. 2010. 277f. (Dissertação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, 2010.

FONSECA, Eneida Simões. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. São Paulo: Memnon, 2003.

FONTES, Rejane. O desafio da educação no hospital. Presença Pedagógica, Porto Alegre, v. 11, n. 64, p. 21-29, jul./ ago. 2005.

JANNUZZI, Gilberta M. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.

ORTIZ, Leodi Conceição M.; FREITAS, Soraia N. Classe hospitalar: caminhos pedagógicos entre saúde e educação. Santa Maria, RS: Editora UFSM, 2005.

VASCONCELOS, Sandra Maia Farias. Intervenção escolar em hospitais para crianças internadas: a formação alternativa e ressocializadora. Trabalho apresentado no I Congresso Internacional de Pedagogia Social, Brasil, 2006. Disponível em: . Acesso em: 25 jul. 2018.




CONSCIESIUNIESI@GMAIL.COM